sábado, 26 de novembro de 2011

Na Casa Fantasmática

Perdido num corredor estreito em busca de uma saída, mas não há. Meus pés cegos vão chegar, a algum lugar, porém sem colocação. Pois estes são retardatários da última hora, enquanto uma volta é dada, e, o altar sorri de longe, apenas miragem de um sonho. Ainda assombrado com zunidos de horror pelo corredor, penso em parar antes do fim. Prossigo já que não sei parar sem lutar, mesmo com o futuro almejado parecer tão difícil de conquistá-lo. E viver... Ao menos hoje.
Amanhã continuo a caminhada, corrida, seja lá como se chama! Esta experiência assustadora pelo corredor, se não da morte, que seja de vida, nublada agora, mas com promissores dias de paz e amor, guardados para ter-se logo após do corredor.